terça-feira, 10 de maio de 2016

A videoconferência com Buarcos

No dia 28 de abril fomos ao laboratório GI@ participar numa reunião através da Internet (videoconferência) com os colegas de Buarcos.
Nós fizemos-lhes perguntas sobre o crescimento das plantas e dissemos que as fomos transplantar à Estação Nacional de Melhoramento de Plantas de Elvas.
Os nossos amigos de Buarcos tinham uma mesa muito bem posta e estavam a preparar um almoço especial. A ementa (menu) era sopa de abóbora, muffins vegetais, salada de fruta e doce de abóbora. Até nos prometeram enviar um frasco de doce para Elvas!
Depois conversámos sobre as férias, o mar, a praia, as estrelas-do-mar que são o símbolo da escola do Serrado e também sobre a notícia do nosso projeto que saiu no jornal “Linhas de Elvas”.






segunda-feira, 9 de maio de 2016

Prémio Eco Espanta 2016

Na sequência do nosso projeto e porque toda a horta deve ter um bom espantalho, concorremos ao Concurso “Eco-Espanta 2016”.


Este concurso anual é uma iniciativa da Hortinha, Horta Pedagógica da Figueira da Foz, da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Tavarede, dirigida a todos os Jardins-de-Infância e Escolas do 1.º CEB do Município da Figueira da Foz

Os seus objetivos são:
a) Revitalização de usos, costumes e tradições do mundo rural e agrícola, com a sensibilização para os problemas ecológicos inerentes à necessidade de construção de espantalhos;
b) Sensibilização para a preservação do ambiente, através da promoção da regra dos três R’s – Reduzir, Reutilizar e Reciclar;
c) Incentivo à manifestação artística e ao desenvolvimento do espírito criativo.

O nosso espantalho estava muito bonito por isso mereceu o 1º Prémio da categoria 1º CEB e ainda duas Menções Honrosas, a de “criatividade” e a de “Ecorresponsabilidade”.


Ficámos muito felizes!


Beijinhos e abraços do 3º J

O Almoço do projeto Semer la Vie – Semear a Vida


Conforme prometido, aqui está o relato do nosso almoço vegetariano, compartilhado à distância, através do “Skype” com os colegas de Elvas

Hoje dia 28 de Abril, eu e a minha turma fizemos um almoço especial e comemos todos na escola..
Comemos pevides, eu adorei . Comemos sopa de abóbora com “crotons”. Também comemos “ muffins” de vegetais. A sobremesa foi salada de fruta e tostas com doce.
O comer estava muito bom!

Durante a manhã falamos com meninos de Elvas e os professores. Os amigos apresentaram-se e nós também.


Gostámos muito dos meninos de Elvas e eles também gostaram de nós. Gostámos muito desta atividade.        


Abraços e beijinhos do 3º J da EB1 do Serrado                                                                                        

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Transplantar a vida

Na sexta-feira passada, dia 22 de abril, fomos à Estação de Melhoramento de Plantas de Elvas transplantar as nossas plantas para um sítio maior, de modo que se desenvolvam com mais espaço. Levámos as plantas na mão até ao jipe do professor José Luís e depois fomos a pé até à Estação com a nossa professora Mitó. São 2 Km e demorámos cerca de 20 minutos até lá.
Pusemos as plantas na terra num sítio chamado “galinheiro”. O “galinheiro” é uma estrutura de ferro revestida de rede para evitar que as aves, os coelhos e as lebres entrem e comam as plantas. No entanto, entra o sol, o ar e a água da chuva para que possam crescer.


Ao lado de cada planta metemos uma etiqueta feita com pauzinhos de gelado para a identificar.



Depois lanchámos, fizemos fotos de grupo e descansámos um bocadinho mesmo ao lado da estufa e da horta.

A seguir, fomos ao interior do edifício conhecer os laboratórios. Entrámos numa sala onde havia muitas espécies de sementes e plantas. Vimos sementes de ervilha, tremocilho, grão-de-bico, feijão-frade, trigo, chícharo, lentilha, fava, tremoço, faveta e até linho que serve para fazer toalhas e roupa.

A senhora engenheira Teresa mostrou-nos as diferentes fases do crescimento da ervilha, desde a semente até ao fruto. Nós comemos as ervilhas em sopa, em saladas e a acompanhar a carne, por exemplo no ensopado de borrego que é um prato típico da nossa região.

Também vimos que antes de comer o grão-de-bico, que é um fruto muito rijo, temos de o demolhar em água para ficar mole e suave.

Depois fomos ao laboratório das massas ver experiências com a farinha dos cereais, nomeadamente os que se utilizam para fazer pão e massas alimentícias. O trigo mais claro é utilizado para fazer pão e bolos e o mais escuro para fabricar massas.



Vimos uma máquina que testa a elasticidade das massas. A senhora deu um pouco de massa a cada um e ainda comemos pão quentinho, acabadinho de fazer com aquela massa.


No final tivemos uma surpresa! A engenheira Teresa ofereceu-nos um saquinho com diferentes tipos de sementes.

A visita foi muito importante para nós porque aprendemos muito mais sobre as plantas. Além disso foi muito divertida porque tivemos uma aula diferente.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Estamos no jornal "Linhas de Elvas"!

Hoje, dia 28 de abril, o nosso projeto apareceu referido no jornal "Linhas de Elvas". O jornalista Pedro Sena Trindade acompanhou-nos durante a visita de estudo que fizemos à Estação Nacional de Melhoramento de Plantas (Pólo de Elvas do INIAV - Instituto Nacional de Investigação Agrícola e Veterinária) e redigiu esta magnífica notícia.



Clique no seguinte ícone para ter acesso à versão de leitura e impressão da notícia:

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Fotossíntese - Experiência - Conclusões

Dez dias depois, no dia 26 de abril, voltámos ao laboratório GI@ para observar o que aconteceu às folhas de alecrim colocadas em cada um dos frascos das experiências realizadas no dia 16 de abril.

Experiência 1 - Observação
Planta 1: A maioria das folhas estão vivas e não se separam do caule.
Planta 2: Algumas folhas separam-se facilmente do caule o que significa que estão mortas.
Planta 3: As folhas da planta 3 estão todas mortas.



Quando não tem luz a planta não realiza a fotossíntese, não se alimenta, o que leva à sua morte.

Experiência 2 - Observação
Planta 4: A planta que estava em água destilada tem bastantes folha mortas.
Planta 5: A planta que estava em água gaseificada (em água com dióxido de carbono) tem a maioria das folhas vivas.



Estando as duas bem iluminadas, a planta 5 dispunha de dióxido de carbono suficiente para produzir o seu alimento.


Conclusão geral:
Para se alimentarem, ou seja, para realizar a fotossíntese, as plantas necessitam de luz e de dióxido de carbono.

Fotossíntese - Experiência

No dia 16 de Abril fomos outra vez ao laboratório GI@ para realizar mais duas experiências científicas com o objetivo de conhecer os principais fatores que podem influenciar a fotossíntese.
É através da fotossíntese que as plantas elaboram o seu próprio alimento.
A fotossíntese é um processo complexo realizado pelas plantas com a finalidade de elaborar o seu próprio alimento a partir das folhas.


Experiência 1
Em três frascos (frascos 1 a 3) metemos água e um raminho de alecrim.
O frasco 1 ficou à luz, o frasco 2 numa caixa com um buraquinho e o frasco 3 numa caixa completamente às escuras, sem luz.




Experiência 2
Em dois frascos (frasco 4 e frasco 5) metemos água e um raminho de alecrim.
No frasco 4 metemos água destilada e no frasco 5 metemos água gaseificada (com dióxido de carbono). Depois, selámos os dois frascos com fita cola.